Publicado em (Marketing) por José Telmo em 18-05-2010
Apesar dos inúmeros benefícios que a mídia social pode trazer para uma empresa ou um indivíduo, há muitos equívocos sobre o que pode e o que não pode realizar. Muito frequentemente, expectativas irrealistas podem conduzir à decepção. Sabendo o que a mídia social não pode fazer tornará mais fácil aproveitar o poder do que ele pode realizar ou alcançar. Meios de comunicação social não podem:
1. Substituir uma estratégia de marketing
Mídia social é poderoso, mas não é um substituto de uma estratégia de marketing. Estratégias de marketing eficazes podem e devem incorporar elementos de mídia social. No entanto, apenas lançar uma conta no Facebook ou uma página no StumbleUpon não é o suficiente.
2. Entregar sucesso instantâneo
Criar uma conta no Twitter e esperar, em poucos tweets, ter vários seguidores é irreal e altamente improvável. Mídia social é uma maratona, não uma corrida e é preciso tempo para cultivar uma presença e seguidores. Seja paciente com as mídias sociais e você será generosamente recompensado em troca.
3. Influência garantida
Só porque você acredita que a sua empresa, produto ou serviço pode ser o líder acima de todos, não significa que os outros irão. A mídia social é uma selva e leva um guia experiente para navegar na paisagem. Mas mesmo os mais experientes consultores de mídia social não pode gerar um interesse se as massas não se importam.
4. Não é possível salvar um navio afundando
Se uma marca ou empresa está afundando, implementando uma campanha de mídia social não vai fazer muita diferença na reparação do dano. Lembre-se, transparência é fundamental com as mídias sociais. Negligenciar a abertura honesta com seu público pode, permanentemente, manchar sua reputação.
5. Ser da responsabilidade de uma pessoa
Quando uma empresa se envolve com a mídia social, cada funcionário passa a ser o embaixador da companhia de mídia social. Cabe a todos promover a marca, não apenas o consultor de mídia social. O relacionamento nas redes sociais podem aumentar consideravelmente os esforços de mídia social e é importante para reforçar as iniciativas de engajamento de maneira positiva e significativa.
A mídia social não é um milagre, mas é um componente necessário para qualquer boa estratégia de marketing.
Publicado em (Marketing) por José Telmo em 13-05-2010
Palestrar é sempre uma ótima troca de ideias, tão boa quanto uma roda de amigos e tão rica quanto a indicação de um novo livro. No último dia 11 de maio, tive o prazer de ser indicado pelo amigo @roneyb do Meme de Carbono e convidado a participar de um workshop para os alunos da pós-graduação do Senac RJ com direito a abordar um tema livre envolvendo as redes digitais.
Tendo como base o meu último post, resolvi propor uma reflexão para os alunos que estavam na reta final da formação: seriam os números das redes sociais tão importantes como são apresentados? Ou há algo mais do que número de seguidores, número de acessos e números de retuítes? O que podemos extrair de dados brutos e refletir sobre o que mais move os usuários?
Longe de ser uma palestra hermética, a proposta aqui foi a de uma conversa e debate sobre o que é esperado das empresas e também dos participantes de redes sociais e de redes destas mesmas marcas.
Após conhecer o perfil dos alunos e conversarmos um pouco sobre as suas percepções de mídias sociais foi demonstrada que tanto o conceito de rede quanto da própria comunicação não é novidade em nossa história offline/real.
Também foram debatidos o papel e interesses em ser/participar na identificação com as marcas, o que é esperado e o que é recebido. Hoje temos uma grande presença dos Prosumers em nossa cultura, produzindo e consumindo informação indiquei o vídeo "Prometheus" como mais uma reflexão sobre o tema.
Comentamos os últimos deslizes sobre o uso pessoal e profissional do Twitter e se seus projetos estão preparados para surpresas em casos como o Ning passar a ser pago e a possível saída do Farmville do Facebook.
Para o final deixei o que espero ser a melhor lição de todas: o foco em relacionamento, respeito, ética, engajamento e feedback com seus clientes, visitantes e todos que entram em contato com a marca.
José Telmo
Consultor em estratégias de Marketing Digital e Criação Publicitária
Publicado em (Marketing) por José Telmo em 29-04-2010
Ontem, dia 28 de abril, participei como convidado no debate sobre redes sociais na 6ª SECOM – Semana de comunicação realizada na UVA - Tijuca. e organizado pela PlusTV. Estiveram presentes a Patrícia Moura da agência Binder, o Lúcio Luiz do podcast Papo de Gordo e o Antonio Kibet do Blog Kibe Loco para assistir a ótima palestra do Vitor Guerra da agência Ideia S/A sobre o que são as redes sociais e o que é a profissão de analista de mídias sociais.
Logo após a apresentação tivemos um bom debate sobre o papel do jovem publicitário, comentários sobre o lado financeiro da profissão. Ouvimos o histórico de como surgiu o Kibe Loco e os exemplos e cases de agência. Também comentamos como é importante para todos focarem no público apesar de todo o buzz que se gere nas ferramentas e mídias sociais e que a faculdade nunca será o ponto final de estudos ela será sempre o ponto de partida para a vida profissional.
José Telmo
Consultor em estratégias de Marketing Digital e Criação Publicitária
Publicado em (Marketing) por José Telmo em 24-04-2010
O Google talvez tenha, mais do que qualquer outra empresa, se tornado "Uma Empresa de Internet." Seu crescimento junto com a Internet e seu modelo de negócio inteiro foi, desde o início, totalmente focado na internet como plataforma de entrega.
Encare os fatos, o Google é uma empresa muito interessante. Na verdade, achamos que é tão interessante que estamos juntos neste infográfico com uma tonelada de fatos e números sobre o Google.
Publicado em (Marketing) por José Telmo em 08-04-2010
As redes sociais estão presentes no cotidiano de toda a sociedade. Através delas amizades são feitas ou grandes amigos se encontram, namoros começam ou são destruídos e toda a sorte de interações sociais podem acontecer. Orkut, Linkedin, Facebook, Hi5… estes e muitas outras redes sociais estão surgindo a cada dia. Já temos até redes surgida de serviços como o Flickr para fotos, o YouTube para vídeos, fora, as redes relacionadas a marcas. Todas são reflexos de agrupamentos sociais que vivenciamos e hoje são tantas as opções de público atendendo a vários segmentos.
Mas será que tantas opções de redes sociais são benéficas e úteis? Será que todos os segmentos serão "orkutizados"? Criar redes sociais para tudo pode dispersar ou afastar o público preocupado com o excesso de informação e com a dificuldade de atualizar vários perfis.
Mas qual é o propósito de uma rede social? Segundo o Wikipedia: "Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum."
Então tudo são representações de conexões sociais que mimetizam as posibilidades sociais que temos. Assim, a idéia da de boa parte dos empreendedores e desenvolvedores é: "vamos criar a nossa rede social da marca X!" Mas até onde é o limite "criativo" sobre criar mais uma rede social? Aos olhos dos investidores a vantagem é clara comercialmente: escolher e encontrar facilmente seu público (para o seu anúncio).
O primeiro passo é refletir: vale a pena atender ao nicho? Irá atrair novos participantes ou será visto como mais um? Qual a imagem que você passará? Pode-se importar cadastro? etc. Um fator negativo é a eterna sensação ao receber um convite para uma nova rede: "poxa… tenho de criar outro perfil para participar? Mais um?".
A chave do sucesso estará na integração de todos eles.
Redes sociais e os serviços para elas deveriam ser pensados assim. Um perfil padrão, idependente se for pertecente a Google, FaceBook, Amazon ou outros que seria aceito por todos. Você poderia adicionar contatos de várias redes e criar mesclas de conteúdos, grupos, assuntos e demais conteúdos.
Nessa linha temos o Opensocial que foi uma boa idéia para acessar serviços sem necessitar de um cadastro prévio. Com base no Ning, um serviço gratuito que cria rede sociais, com um único perfil você pode participar de outras redes criadas por usuários bastando acessar ou ser convidado em algumas situações.
Mas nem todos as redes são negativas, realmente, a existência delas não significa um problema, alguns tem um bom propósito como a Veia Social, com a função social de organizar voluntários para doação de sangue ou o Linkedin, uma rede social de profissionais.
O que se torna cada vez mais necessário dentro deste mar de informação é a organização. A possibilidade de participar e interagir sem a necessicade de duplicar o meu próprio conteúdo e dividir o tempo disponível que possuo.
José Telmo
Consultor em estratégias de Marketing Digital e Criação Publicitária ————————————————————————————————– www.josetelmo.com | Twitter: @josetelmo
Profissional e consultor de marketing e publicidade, Carioca de 34 anos, há mais de 10 anos atuando no mercado do Rio de Janeiro na área de criação para mídia impressa e digital em empresas de diversos segmentos. Movido por desafios sou um apaixonado pelo mundo multimídia, pois adoro estudar como o mercado e a sociedade interagem com as tecnologias.» Saiba mais
Stauts: Atualmente trabalhando presencialmente no Rio de Janeiro e digitalmente em qualquer lugar.