WorkShop de Hipercompetição

Publicado em (Cursos, Marketing, Palestras e Eventos) por José Telmo em 27-06-2007

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Por José Telmo

No final de junho participei do Workshop de Hipercompetitividade realizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, no Centro Empresarial Barra Shopping. Organizado pelo Clube de Marketing Rio e apresentado por seu presidente, Cláudio Magalhães, estrategista e conferencista de várias empresas, ele teve a incumbência de apresentar uma nova visão a respeito da relação entre empresas.

De início Magalhães define diferenças entre campos de competição e hipercompetição. O primeiro é o mais básico encontrado, onde concorrentes disputam um mesmo nicho, mercado ou segmento. Hipercompetição ultrapassa essa visão com uma “guerra declarada” na busca de novidades, inovações frente à(sem crase) seus concorrentes em uma velocidade constante.

Segundo o palestrante, poucas empresas no Brasil atuam em campo de hipercompetitividade. Somente algumas áreas como bancos (Itaú e Bradesco) ou bebidas (Pepsi e Coca-Cola) em que a competição torna-se muito mais acirrada, chega ao ponto de Hipercompetição.

Para exemplificar, nos Estados Unidos, existem milhares de marcas do mesmo segmento como, por exemplo, os desodorantes com dezenas de concorrentes idênticos e algumas variações de odores e diferenciais. Como sobreviver em um cenário assim?

Qual o seu diferencial? Esta pergunta, segundo o autor, não é feita sobre a empresa, produto ou serviço que presta. Você sabe o slogan de seu concorrente? Para Magalhães, se você não conhece nem o slogan ou se este pode ser cumprido por ela, você está em desvantagem.

Magalhães mostra que vários negócios surgem à cópia de um produto vencedor já existente. Como exemplo, um copo de água branco. Logo, muitas empresas lançarão também seus copos igualmente brancos seguindo a mesma tendência, pois preferem apostar na garantia de um produto com mercado estabelecido e que tornou-se referência ou base de produto do que inovar ou arriscar na produção de um totalmente novo.

Case Páginas Amarelas:
A Páginas Amarelas por muito tempo era o líder de seu segmento mas com a entrada da Oesp listas e da Rio Listas, ambas concorrentes resolveram apostar no uso do amarelo também para serem reconhecidas dentro deste nicho. Um outro aspecto citado por Magalhães foi que essa estratégia de usar a mesma cor acabou gerando uma confusão na mente do consumidor e de anunciantes que optaram por anunciar na mesma.

Outros pontos de marketing citados pelo palestrante e muito utilizados nos Estados Unidos foram: Venda de estrelas e de espaços na lua e planetas. Através de um valor pequeno, cerca de quatro dólares, pode-se comprar um certificado nomeando o comprador dono de uma estrela, lote ou um planeta. A idéia deu certo pois foi muito utilizada para presentear amigos.

Uma ótima palestra que me motivou a repensar algumas estratégias de marketing e a cogitar novas abordagens. Conselho: sempre participem de palestras e eventos em várias áreas e quando digo “participar” é exatamente isso, opine, questione e, principalmente, faça seu networking.

INFNET: Palestras gratuitas e CRM

Publicado em (Carreira, Cursos, Marca, Marketing, Palestras e Eventos) por José Telmo em 22-06-2007

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Por José Telmo

Há algum tempo a Infnet, curso de informática localizado no Rio de Janeiro, encontrou uma ótima forma de promover seus cursos para o mercado sempre crescente de profissionais, aficcionados e estudantes oferecendo cursos gratuitos de curta duração. Através deles o interessado (em quem sabe futuro cliente), tem acesso a uma palestra de curta duração onde pode conhecer o software ou linguagem superficialmente, tirar algumas dúvidas, conhecer outros interessados e também as instalações daquele que pode ser seu futuro curso.

A Infnet está de parabéns com esse processo de relacionamento onde, através de uma ação simples consegue atrair interessados em conhecer sua história e metodologia bem como praticar uma ação social: todos os cursos contam com a doação dos interessados de 1kg de alimento para instituições carentes.

Com o cadastro recebe-se um e-mail com futuros cursos e oportunidades de temas garantindo que, uma vez que você já fez uma inscrição será bem mais fácil se cadastrar para uma próxima. Um ponto que poderia melhorar seria o e-mail vir direcionado com temas próximos de minha área de interesse: como marketing na web ou ferramentas gráficas em destaque e seus outros cursos mais discretos, mas ainda presentes já que posso encaminhar à um amigo interessado nelas ou mesmo uma empresa para participarem.

Aproveite agora e veja se não há um curso em que você, amigos ou funcionários desejam conhecer: Cursos Gratuitos Infnet.

Relacionamento positivo é ganho para todos: você, sua marca e seus futuros clientes.

TRIIIMM… COMERCIAL PARA VOCÊ

Publicado em (Idéias e Inspiração, Marca, Marketing, Mercado) por José Telmo em 14-06-2007

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Por José Telmo

Presenciei três vezes na última semana amigos atendendo o celular no trabalho, no curso e na hora do almoço. Vem aquele momento de desconforto ou surpresa para sacar rapidamente o celular e… era uma propaganda!

Entenda, não era um torpedo, era realmente uma ligação, no caso, a gravação de um comercial com duração de 10 a 15 segundos. Imagine a cena: o cliente recebe seu comercial, pára tudo o que está fazendo e fica ouvindo…

Convenhamos, o que acontece na realidade? Ninguém escuta até o final, ao primeiro sinal de que não é uma ligação todos desligaram o celular. Isso decorre de uma idéia errônea de simplesmente adaptar o formato de uma propaganda o celular.

A propaganda sempre é considerada uma forma de interrupção. De forma intrometida ele está em toda a parte: nos comerciais que dividem os intervalos das novelas, entre as reportagens das revistas, no banner do site que você acessa e até o outdoor quando o que você queria era apenas observar a paisagem.

Para o celular, essa ação de marketing intrusiva pode ter um resultado muito ruim para a saúde das marcas envolvidas, isto por que estamos sempre aguardando uma ligação importante, uma notícia ou emergência e surge… um comercial.

Com as constantes notícias na mídia sobre trotes e ameaças pelo celular e ainda um número estranho, não aguardado, evita que muitos atendam por receio e aqueles que o fazem podem ficar irritados com a situação. Sentimentos negativos nas marcas envolvidas (do anunciante e da operadora) não são bons resultados para uma estratégia de marketing.

Para uma boa campanha o ideal seria através de um público definido por cadastro prévio feito pela operadora identificando clientes VIP ou TOP em eventos patrocinados pela mesma e que, importante, aceitaram e tiveram ciência sobre receberem essa forma de propaganda em seus celulares. Ainda assim, esta ação possivelmente não consegue superar a eficácia de um torpedo, não tão invasivos ou irritantes que sua contraparte, acabam sendo lidos e deletados, mas ainda assim não o ideal em meio móvel.

Faz-se necessário uma boa estratégia calcada em cadastros específicos de preferências por notícias ou temas mesclados de interesses como forma de evitar que um anúncio equivocado ou indesejado toque no celular do cliente. Estimular o cliente a ouvir, aguçar curiosidade ou mesmo solicitar para que acesse um site ou veja o comercial que será veiculado mais tarde na TV.

Cuidado como você trata a relação da marca com seu cliente. Ele pode desligar na sua cara.

Como anda seu namoro com a marca?

Publicado em (Idéias e Inspiração, Marca, Marketing) por José Telmo em 12-06-2007

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Por José Telmo
Aproveitando o clima de dia dos namorados: você tem dado a devida atenção a sua marca? Como está seu namoro com aquele produto saudável que você consome no café da manhã e que conheceu na televisão, o site de notícias indicado no fórum que participa ou a academia em que se exercita por indicação de amigos? A marca está muito mais presente do que imagina, imperceptivelmente em alguns casos e de laços fortes em outros.

Segundo o wikipedia, “marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato: por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca”.

Marcas podem ir muito além desta definição, funcionam como um facilitador entre produtos/serviços e seus clientes gerando cargas de valor agregado de sentimentos como confiança e respeito. Esta forma de relacionamento garante a saúde e a manutenção da atividade da marca e sua perpetuação.

Como você se sentiria caso sua marca mudasse de fórmula, formato ou periodicidade sem lhe avisar? Ficaria surpreso com certeza, mas… essa surpresa é positiva ou negativa? Uma ação como esta, por mais cuidadosa que possa ser, pode acarretar em rompimentos deste namoro. Relacionamento é algo sério e, tal como entre namorados, deve ser muito bem pensado pois pode causar um terrível mal-entendido ou pior, o descaso pode fazer com que seus clientes prestem atenção em outras oportunidades que antes sequer cogitavam.

Portanto fique atento, seus clientes podem estar de namoro com outra marca.

Inauguração

Publicado em (Diversos) por José Telmo em 11-06-2007

Olá para todos! Este é o meu primeiro post pra inaugurar mais este espaço e colocar no papel (ou na web) as idéias e experiências sobre os campos do marketing e da comunicação que vivencio diariamente.

Aproveito para agradecer de coração o apoio e incentivo de todos para tornar este Blog real.

Sobre José Telmo

José Telmo: Profissional e consultor de marketing digital e publicidade no Rio de Janeiro

Adoro esse mundo multimídia!

Profissional e consultor de marketing e publicidade, Carioca de 34 anos, há mais de 10 anos atuando no mercado do Rio de Janeiro na área de criação para mídia impressa e digital em empresas de diversos segmentos. Movido por desafios sou um apaixonado pelo mundo multimídia, pois adoro estudar como o mercado e a sociedade interagem com as tecnologias.» Saiba mais

Stauts: Atualmente trabalhando presencialmente no Rio de Janeiro e digitalmente em qualquer lugar.

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