Cartões de Visita. Você já reparou no seu?

Publicado em (Design, Marca, Marketing) por José Telmo em 07-08-2009

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Confesse, quantas vezes você não guardou ou ainda guarda aquele cartão de visita diferente: seja pelo estilo, formato ou tamanho? Provavelmente o item mais presente, importante e que representa a Identidade de uma empresa. Ele é a cara do cliente passada de mão em mão, é através dele que se estabelece um contato direto com seu público e nessa hora, o impacto criado é fundamental.

Você coleciona, guarda e analisa? Na próxima, gaste um pouco mais de tempo ao planejar o cartão de visita de sua empresa ou cliente. Vai ver que muito mais do que nomes e números, o diferencial vai saltar aos olhos.

Veja uma inspirada galeria de cartões no Flickr e no Espaço Design outros e soluções. Já o Card Observer é uma galeria online que reúne vários cartões no mundo usados por empresas.

A revista online Smashing Magazine publicou um artigo super interessante onde o layout, o formato e até o material usando para o cartão é extrapolado. Já pensou em usar um boton como cartão de visita? Ou um decalque que funciona como imã de geladeira ou etiqueta para sua área de trabalho.  Tecido, plástico, bonecos, tampinhas de garrafa.

Limites para a imaginação não existem.

FOWD: Future of Web Design (Futuro do Web Design)

Publicado em (Design, Idéias e Inspiração, Mídia, Palestras e Eventos) por José Telmo em 22-07-2008

Apresentação da FOWD, Future of Web Design (Futuro do Web Design), que ocorreu em novembro de 2007, sobre as influências e estilos do design para a web (em inglês), e como fugir deste modismo. Chamado de “Destroy The Web 2.0 Look” (Destrua o visual 2.0 da web), o trabalho aponta de onde vieram as influências e da necessidade de fugir delas.

FOWD November 2007
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Morte aos clichês (?!)

Publicado em (Design, Marca, Marketing, Mídia) por José Telmo em 19-10-2007

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Você pode não ter percebido mas vivemos em um mundo de clichês. Possivelmente impulsionado pela rápida informatização da informação e seu acesso por todos, o uso descontrolado de materiais gráficos como imagens e fontes e o acesso a referências nacionais e estrangeiras tem conduzido a banalização do design resultando em peças sem estilo, originalidade ou responsabilidade.

Só para explicar, no Dicionário de Comunicação, clichê é uma placa de metal com uma superfície em relevo e em sentido inverso, era muito usado em tipografia para impressão de jornais e revistas antes do advento do offset e do fotolito. Hoje, clichê tem conotação de algo vulgar ou vazio por ter sido muito repetido.

Tema de capa da Computer Arts nacional nº2 “Seja Original! – Como ser criativo em um mundo de clichês“, mostra-se o quanto de elementos e idéias são repetidamente usadas, na busca de soluções “criativas” a toque de caixa ou sob pressão por demanda/tempo.

Seguindo esse sentimento anti-mesmice lembro de Strunk que em seu livro Como Criar Identidades Visuais para Marcas de Sucesso dizia para se evitar as elipses, e vou além: perceba a enorme quantidade de elipses, círculos e formas que fazem das marcas referências a outras gerando mais irmãs do que se imagina e não elementos de identidade e destaque de empresas e serviços.

Dessa saraivada de reusos surgem algumas idéias interessantes dos clichês como o site BanComicSans (Banir a Comic Sans), onde a fonte criada pela Microsoft em 1995 e de tão utilizada nos mais diversos formatos, meios e veículos chegou, segundo eles, ao máximo de sua utilização, resultando na criação do logo que ilustra essa matéria e a venda de produtos com a nova logo: canecas, camisetas e bonés.

Clichês não são de todo ruins, mas o seu uso inconseqüente sim. Eles permitem, em alguns casos, a aplicação de elementos que vão facilitar sua identificação, uso e valor investido trabalhando percepções anteriores ou buscando uma receptividade já pronta. Mas tenha muito cuidado ao fazer uso dos clichês, você pode estar depreciando um trabalho muito antes de sequer dar vida a ele. Estude bastante, pesquise, faça comparações e veja se o clichê é a saída ideal. Quem sabe não se gera um novo produto ou serviço como o do Ban Comic Sans?

Sobre José Telmo

José Telmo: Profissional e consultor de marketing digital e publicidade no Rio de Janeiro

Adoro esse mundo multimídia!

Profissional e consultor de marketing e publicidade, Carioca de 34 anos, há mais de 10 anos atuando no mercado do Rio de Janeiro na área de criação para mídia impressa e digital em empresas de diversos segmentos. Movido por desafios sou um apaixonado pelo mundo multimídia, pois adoro estudar como o mercado e a sociedade interagem com as tecnologias.» Saiba mais

Stauts: Atualmente trabalhando presencialmente no Rio de Janeiro e digitalmente em qualquer lugar.

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